Ferramentas Pessoais
Grupo ECC DOM E-consulting 4kb Titas IN Ventures

Ir para o conteúdo. | Ir para a navegação

Seções

As 7 Tecnologias Quentes para Acompanhar em 2009

Data de Publicação: 01/04/2009

Anualmente, o TechLab® (laboratório de pesquisas e análise de tecnologias) da E-Consulting® Corp. divulga o estudo anual “7 Hot Techs®”, que aponta as principais tendências tecnológicas a se acompanhar nos anos futuros.
 
Sempre reforçamos aos analistas, pesquisadores e consultores de nossa equipe que procurem selecionar as tecnologias e conceitos tecnológicos que, apesar de no momento poderem ser mercadologicamente imaturas, comercialmente inviáveis ou até mesmo tecnologicamente incompatíveis, certamente serão aquelas que, em 2, 3 ou 5 anos, irão impactar radicalmente na forma como as empresas, seus negócios, relacionamentos e processos corporativos serão conduzidos a partir de então. Portanto, radar nelas.
 
São tecnologias às quais recomendamos que os CIOs, CTOs e até CFOs e CEOs comecem a pesquisar, a acompanhar e a entender a partir de agora, para que suas empresas se mantenham competitivas no futuro de médio-longo prazo. Assim, não são tecnologias para adoção imediata, mas sim tecnologias para estudo imediato sobre potencial adoção no médio-prazo e sobre como fazer isso, quais suas implicações, restrições, benefícios, etc.
 
Acima de tudo, procuramos fugir das tradicionais apostas norteadas pela indústria, as mesmas que previmos anos atrás, que funcionam como a postulação do óbvio. Dizer hoje que Governança de TI, Outsourcing, Web 2,0 ou TI como Serviços serão destaques em 2008 não é um serviço de valor diferencial para o CIO ou para o interessado/investidor em TI.
 
Em 2009, as tecnologias e conceitos tecnológicos selecionados para o 7 Hot foram:
  1. Cloud Customization – conceito que defende que o processo de customização de aplicativos e funcionalidades interativas com usuários dar-se-á de forma remota, operacionalizada como serviço, porém realizada pelo usuário, garantindo a migração do poder de customização tecnológica para as mãos do usuário (conceito de sefl-technologies)
  2. Proactive Stakeholder Networks – conceito da evolução 2.0 que defende que os diversos stakeholders das empresas organizar-se-ão em grupos, redes e comunidades de interesse, exercendo manifestação de opinião, de direitos e defesa de interesses, assumindo papel de protagonistas na gestão das empresas (de suas marcas e produtos). Isso valerá para as redes de clientes, colaboradores, acionistas, fornecedores, etc. Assim, caberá às empresas absorver estas redes integrando-as aos seus modelos de negócios.
  3. Customized Application Frameworks – conceito de maximização do valor da TI existente, buscando aceleração e time to market no processo de disponibilização dos aplicativos e serviços de TI para os usuários de forma prática e rápida. A existência de frameworks maduros deverá criar mercados importantes para plataformas de venda de serviços de software/sistemas pautado no aluguel destes frameworks, que serão customizados em função das demandas e necessidades dos diferentes clientes
  4. Entertainment Content Components – o mercado de conteúdo de entretenimento cresce exponencialmente, com o crescimento da convergência e da penetração do celular data enabled, da TV Digital e dos demais devices integrados em plataforma digital. Assim, a componentização dos aplicativos de conteúdo e entretenimento gerará a produtização em escala deste tipo de serviço, atualmente objeto de posicionamento de empresas como Nokia, Microsoft e Google
  5. Multichannel IP Points – conceito de abordagem multicanal que as empresas passam a ter de adotar e gerenciar de forma sistêmica, a partir da revisão das dinâmicas de seus modelos de interação com clientes e demais stakeholders, forçada pelo advento da convergência nos canais digitais e da Web 2.0 e de suas integrações com os canais físicos (ex. lojas de varejo, agências bancárias, representantes comerciais, etc). Desta forma, toda arquitetura de canais da empresa deverá ser revisada com vistas à integração online, tanto de canais físicos como digitais, tendo como premissas fundamentais conceitos como single sign on, CRM analítico, visão única do cliente, clusterização de redes e comunidades (ao invés de segmentação de clientes), etc.
  6. Open Remote Libraries – o conteúdo e o conhecimento não são ativos tradicionais no sentido de que sua apropriação fechada é menos valiosa do que sua disseminação em grupos e comunidades capazes de beneficiá-lo, agregar valor e disseminá-los de forma segmentada. Assim, os conteúdos e conhecimentos deverão, na onda 3.0, estruturar-se em bibliotecas remotas de acesso qualificado, para que possam ser compartilhados e agregados. Esse fenômeno dar-se-á externamente, em ambientes abertos da Internet, e também de forma mais clusterizada, seja por comunidades de práticas, seja corporativamente, para uso exclusivo das comunidades corporativas.
  7. GAT – Gestão dos Ativos de TI (IT Business Governance) – os atuais modelos de governança de TI não absorvem o valor gerado e protegido pela TI como ativos propriamente ditos. Assim, é papel do CIO ou do gestor tecnológico comprovar o valor gerado e/ou protegido pela TI (infra-estrutura, sistemas, arquiteturas, plataformas, conhecimento, metodologias, modelos, gestão, etc) para empresa e para os acionistas. Desta forma, com o tratamento dos ativos intangíveis como ativos de valor (movimento iniciado pela revisão das prerrogativas da Governança Corporativa – fruto da pressão da atual crise econômica - e pelo advento de novos padrões contábeis, como IFRS), caberá ao CIO aprender a gerenciar os ativos tecnológicos como ativos corporativos, de fato.
 
Por fim, outras tecnologias, como SOA, Convergência e Mobilidade, Personal Knowledge Management e Gestão do Valor Tecnológico (GVT), já apontadas em anos anteriores por nossos estudos, também estarão no palco principal das discussões de TI em 2009.
 
Em tempo:
 
7 Hot Techs®: Muito mais Acertos do que Erros...
 
Em 2008, as tecnologias destacadas foram:
 
  1. User-Oriented Meta Component Application Frameworks – termo utilizado para designar os frameworks totalmente transparentes, auto-integráveis, componentizáveis e implementáveis, delineados sob o prisma do usuário final, compostos por tecnologias de diferentes padrões e naturezas, porém com alto grau de interoperabilidade e performance casada. Estes serão os novos sistemas (de gestão, comunicação, transação, etc) do futuro.
  2. TI como Processo – primeiro a tecnologia substituiu processos por softwares de gestão, tais como ERP e CRM. Depois, integrou etapas de diferentes processos e diferentes atores em cadeias eficientes (Ex. SCM, EIS, etc). Agora, a TI reescreve os processos corporativos a partir de sua redefinição via SOA. A mudança central deste ponto em diante, portanto, será passar a desenhar os processos nativamente a partir de TI, uma vez que TI corporativa, cada vez mais, será processo desde sua gênese.
  3. CDO (COO + CIO) – Chief Delivery Officer, ou seja, a fusão do COO (Chief Operation Officer) com o CIO (Chief Information Officer). Com a evolução de TI e processo para praticamente a mesma coisa e com o renascimento do papel do CTO, que agora deverá cuidar de infra-estrutura em geral (segurança, conectividade, hardware, eletricidade, facilidades, máquinas, etc), o papel do COO e do CIO tenderão a se confundir fortemente, se consolidando em conduzir processos e entregar a performance esperada pela empresa em seus diversos negócios. Vale lembrar que conduzir processos, cada vez mais será pilotar a performance, sob a ótica de negócios, dos sistemas e aplicativos TI.
  4. InterneTI – A Internet vem se tornando o principal celeiro de desenvolvimento das aplicações corporativas, tanto de infra-estrutura, como de operação. E isso será cada vez mais verdade, uma vez que convergência, mobilidade, interoperabilidade e segurança vêm tornando este tipo de abordagem mais e mais eficiente e cost-effective. Daí, haverá grande tendência a se construir “fora” da empresa boa parte dos aplicativos e sistemas corporativos (endossando tendências como TI Serviço, TI Utility, etc), bem como de se pilotar boa parte da operação de TI da empresa (armazenamento, segurança, etc), endossando tendências como outsourcing. Outro ponto é que naturalmente os sistemas corporativos tenderão a ser, em alguns casos, 100% Web-Based de início, o que transformará, no limite, todas as empresas em elos de uma rede integrada maior de sistemas em operação transacionando informações. A isto, damos o nome de multistakeholder integration network, ou seja, a teia de agentes econômicos integrados que será a cara do mercado colaborativo/competitivo nos próximos anos.
  5. Consumidor 2.0 – Este processo de desenvolvimento da multistakeholder integration network, somado à evolução das redes sociais, das ferramentas 2.0, da convergência total de mídias e dos modelos colaborativos criará as chamadas Learning Web Networks, pilotadas pelos consumidores 2.0, ou seja, os consumidores geradores de mídia, processo hoje ainda na maternidade. Com sua atuação propositiva, crítica, transformadora e vigilante, estes consumidores acabarão sendo catapultados a se integrar efetivamente às redes colaborativas de desenvolvimento de produtos e serviços das próprias empresas.
  6. Knowledge Components – Da mesma maneira que aplicativos de TI e softwares em geral se transformaram em componentes replicáveis e com forte apelo de usabilidade, o conhecimento em si também será formatado em componentes agregáveis, beneficiáveis e comercializáveis, verdadeiros pacotes de output transacionados de usuário para usuário, agregados em redes interdependentes.
  7. GAI-TI – Gestão de Ativos Intangíveis de TI – É sabido que TI responde por boa parte dos investimentos anuais das empresas, mas que, por outro lado, caracteriza-se por ser um investimento cujo resultado, à exceção de modelos de redução de custo por substituição, é de natureza mormente intangível, já que está ligada à elementos como ganhos de performance, modelo de negócio, conhecimento, inovação, etc. Desta forma, e para se balizar a discussão com CFOs, CEOs, conselhos e acionistas, caberá ao CIO ser capaz de provar o valor gerado pelos investimentos feitos em TI, principalmente quando o efeito prático perceptível destes investimentos estiverem ligados à perenidade competitiva da empresa (portanto, de médio-longo prazo).
 
Em 2007, foram 7 Hot Techs as seguintes tecnologias:
1.      SOA/C – Services Oriented Architecture for Convergency
2.      Intelligent Security Protocols®
3.      Self Technologies®
4.      WebUOH® (WebUtility + WebOne + WebHome)
5.      Dynamic Usability
6.      PKSM® (Personal Knowledge Server & Manager)
7.      GCT® (Gestão do Capital Tecnológico)
 
Em 2006, as tecnologias que selecionamos já traziam vários dos componentes relevantes deste conjunto de mudanças estruturais da indústria e da forma como a TIC é enxergada e utilizada pelas empresas e pela sociedade. Em 2006, as “7 Hot Techs®” foram SOA, Secure Wireless Networking, Service TI, Web Utility, Jogos Eletrônicos Multi-Reality, Knowledge Spiders e Gestão de Valor de TIC.
 
No ano de 2005 as apostas do estudo “7 Hot Techs®” foram: Java 1.5; WiMax (Worldwide Interoperability for Microwave Access); 3G (Terceira Geração de Celulares); Etiqueta Inteligente – RFID (Radio Frequency Identification); Processamento 64 bits; DMP (Digital Music Player) e Busca Desktop.
 
Já em 2004, apontamos BPM (Business Process Management) e metodologias de gestão de projetos e recursos de TI (PMI, ITIL, ICMM, SLA, SLM); comunicação de dados móveis de banda larga (GSM/GPRS e CDMA 1xRTT); modelos para redes solidárias; VoIP (Voice Over IP); instant messaging applications; smart applications e open standards.
 
Em 2003 apostamos em GSM; Bluetooth; Biometria; J2ME (Java 2 Micro Edition); WebServices; Plataforma .NET; e NGNs (Next Generation Networks).

Ações do documento

Expertises Centrais

ti.jpgTI telecom.jpgTelecom
internet.jpgInternet contact.jpgContact Center
midia.jpgMídia   

Serviços Profissionais

Indústrias

Centros de Conhecimento

SRC.jpg Strategy Research Center
TechLab.jpg Technology Laboratory
XPLab.jpg Experience Laboratory


 banner_twitter.png

Newsletters

Conheça nossas newsletters e se cadastre para recebê-las!

 

Fale com o Agente Brain

agente-brain-v5.png

Quer dialogar com nossos consultores? Ou quer melhorar nossas operações?
Clique aqui e fale agora!

Cadastre-se na RBC


banner_rbc.jpg

Blogs do Grupo ECC

banner_diretoparaoceoblog.png

banner_domnetwork_menor.png

banner_toprankings.png

Confira também

banner_unicli2.png

banner_npontozero2.png

Bookmark and Share

Mais Acessadas

 

Varejo Online (VOL) Análise Setorial Telecom 2009
Potencial
de Mercado
Contact Center 2009/2010
Customer Management Center Conceitos Proprietários
Serviços
Profissionais Indicadores de Mercado Institucional