Volume de negócios B2B online
no país:
| Faturamento (R$ Bilhões) |
Trimestre |
3º 2003 |
4º 2003 |
1º 2004 |
2º 2004
|
Total |
B2B Companies |
31.9 |
38.3 |
29.8 |
42.8 |
142.7 |
B2B E-Markets |
4.8 |
5.8 |
8.4 |
11.1 |
30.0 |
| B2B Total |
36.7 |
44.1 |
38.2 |
53.9 |
172.8 |
Desde que começou a ser analisado o índice de B2BOL®
vem apresentando uma tendência de crescimento a cada trimestre
avaliado. O crescimento mais acentuado nesse segundo semestre de
2004 se deve, especialmente, à pseudo-euforia macro-econômica
do país e à natural retomada de planos de investimentos
e projetos, o que, naturalmente, aquece transações
(compras e vendas), inclusive no canal digital. O aumento das exportações
também tem, ainda que modestamente, influenciado positivamente
no índice.
Ou seja, a melhora das perspectivas econômicas no segundo
trimestre de 2004 (as estimativas são de um crescimento de
5,7% do PIB no segundo trimestre e de 4,2% no semestre) impactaram
diretamente os investimentos do Business to Business.
A recuperação nas vendas Business to Business é
muito bem vinda e reflete com mais clareza o aquecimento da economia
brasileira neste ano, já que no primeiro trimestre havia
apresentado redução, devida, principalmente, à
diminuição nas vendas do setor petrolífero,
que por representar, em média, 35% do índice, trouxe
os valores para baixo.
Mesmo assim, o setor petrolífero se confirma como dominante
neste mercado e foi o setor com a melhor performance em base trimestral,
mesmo apresentando uma leve queda (3%) frente às vendas dos
últimos trimestres de 2003.
Em relação ao primeiro semestre do ano passado, podemos
evidenciar um espetacular crescimento nas vendas B2B nos setores
de TI serviços e bens de consumo (na média o crescimento
foi de 82%). O setor automobilístico, por sua vez, apresentou
um crescimento de 27%.
As vendas nos e-markeplaces independentes, principalmente focados
em materiais não produtivos (como informática, escritório,
etc...) e em sobras de estoques e revendas continuaram na linha
de crescimento, chegando a um total no trimestre de R$ 11,1 bi,
frente aos R$ 8,4 bi do primeiro trimestre (+32%).
Em conclusão, as trocas de bens e serviços entre
empresas por meio eletrônico vêm demonstrando crescimento
contínuo, com taxas influenciadas por fatores conjunturais
– como a questão do petróleo ou o aquecimento
econômico, mas também se mantido em rota de crescimento
sustentável, que prevemos continuar ao longo de 2004 e 2005.
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