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Custos e inexperiência da área de TI emperram mobilidade corporativa no Brasil


O Brasil adere à mobilidade, mas ainda precisa superar resistências internas nas corporações para que a área ganhe força no dia-a-dia dos negócios. Há receios com relação à segurança e também ao custo de aquisição e manutenção das aplicações móveis, apura estudo realizado pela E-Consulting, e divulgado nesta sexta-feira, 23/04.

 O levantamento relata que a mobilidade corporativa está diretamente relacionada ao acesso livre em processos, informações e sistemas independentes. As empresas brasileiras aderem à plataforma, mas de acordo com Daniel Domeneghetti, sócio-fundador da E-Consulting e coordenador do estudo, existem barreiras a serem superadas para que as ferramentas móveis passem, de fato, serem cruciais no dia-a-dia empresarial.
Os impasses para que a mobilidade corporativa cresça mais no Brasil foram enumerados pelo levantamento da E-Consulting. São eles:
(i) patrocínio do sênior management (inclusive em orçamentos);
(ii) predomínio de cultura interna analógica em processos, rotinas, fluxos e comunicações;
(iii) inexperiência da TI em desenvolver projetos de mobilidade e/ou integrá-los aos sistemas legados;
(iv) falta de cobertura por parte das operadoras, assim como serviços, aplicativos, sistemas e conteúdos maduros mobile-oriented ; e
(v) receios quanto à segurança das aplicações e custos de aquisição e manutenção.
Os dispositivos mais acessados também foram elencados pela E-Consulting. O grande campeão é o notebook com 33%. Os celulares tradicionais respondem por 26%. Os PDAs ficam na terceira posição com 20%. Os smartphones, apesar da crescente demanda, ficam na quarta posição com 13%.
Para a E-consulting, a tendência é que os terminais inteligentes ganhem força à medida que melhorem o desempenho(armazenamento e processamento) e os custos da sua utilização caiam ( levando-se em conta as aplicações e a manutenção dos dispositivos).
Na mesma linha seguem os tablets PCs – que agora ganham ainda mais força depois do lançamento do iPad e das promessas de concorrentes de peso a partir de planos da Nokia e da HP – que respondem por apenas 2% dos acessos corporativos.
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