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E-commerce pode gerar vantagem competitiva e sustentável para pequenas e médias empresas B2B frente às grandes corporações

E-Commerce Brasil, Maio, 2018

Com um mercado cada vez mais competitivo, as pequenas e médias empresas que atuam no B2B precisam encontrar soluções que oferecem vantagem competitiva em relação às grandes corporações para, assim, garantirem sustentabilidade. E, sem dúvida, na Era da Economia Digital, esse processo depende da inclusão do comércio eletrônico nas estratégias de negócios das PMEs B2B.

As vantagens competitivas que o comércio eletrônico pode gerar para pequenas e médias empresas residem no fato de que, a partir do uso das ferramentas de e-commerce, é possível reduzir custos em diversas áreas da organização, além de romper os limites geográficos e passar a atender uma gama de clientes que antes não era possível e, melhor ainda, sem custos adicionais com estrutura física e força de vendas em novas regiões.

De acordo com Giovana Vieira, autora do livro “Ferramentas para Obter Sucesso no Comércio Eletrônico B2B” e diretora da Evolue Consulting, empresa especializada em consultoria para PMEs, atualmente, mais que gerar vantagem competitiva, incluir o e-commerce nas estratégias de negócios é uma questão de sobrevivência. Diversas pesquisas indicam que os compradores B2B desejam utilizar o comércio eletrônico para otimizar o fluxo diário de trabalho.

“As empresas do mercado B2B que não se adaptarem aos novos padrões de comportamento do consumidor, sem dúvida, irão perder vantagem competitiva e sustentável, podendo até não sobreviver na Era da Economia Digital”, alerta Giovana Vieira.

Para dar uma ideia do crescimento do e-commerce B2B no Brasil, e de como ele reflete os desejos do mercado em realizar negócios online, de acordo com um estudo da consultoria E-Consulting, que elabora e divulga o índice Business-to-Business online (B2BOL) no Brasil há 15 anos, as projeções de transações digitais entre empresas deveriam movimentar R$ 1,81 trilhão em 2017, representando um crescimento de 4,68% sobre o montante de R$ 1,69 trilhão arrecadado no mesmo período do ano passado. Os dados finais de 2017, bem como as projeções para 2018 devem ser divulgadas em breve.

A E-Consulting avalia que o avanço das transações B2B por meio da web ocorre atualmente por fatores como o aumento dos investimentos em plataformas e-commerce e ferramentas de gestão de conteúdo, como catálogos online, por exemplos, pelas empresas. Mas Giovana Vieira chama atenção para o fato de que a utilização das ferramentas do comércio eletrônico ainda precisa amadurecer mais no Brasil.

“Principalmente em pequenas e médias empresas, os executivos precisam planejar cuidadosamente a entrada no comércio eletrônico B2B, incluindo este modelo de negócio no planejamento estratégico, a fim de obter os melhores resultados e oferecer uma excelente experiência de compra online logo no primeiro instante, sendo este último item fundamental para o sucesso”, conclui.

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