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A evolução significativa que a desregulamentação do setor de Utilities, mundo afora, proporcionou às empresas de energia elétrica, gás e saneamento, dentre outras, endossa ainda mais a tese de que o livre mercado e a ampla concorrência formam o melhor modelo econômico, tanto para empresas como para os consumidores.

Apresentadas às novas realidades competitivas, muitas empresas souberam explorar as lições dos mercados competitivos e potencializar seu modelo de atuação, ao mesmo tempo que outras não tiveram a flexibilidade, agilidade e prontidão necessária para sobreviver.

Apesar de os projetos de desregulamentação do setor de Utilities não terem chegado ao Brasil de forma estruturada – e ainda não mostrarem seus traços no curto ou médio prazo – se adequar à realidade competitiva e zelar pela satisfação dos clientes é primordial para as empresas do setor, bem como investir de forma consistente na obtenção de excelência operacional e maximização de seus ativos.

Mesmo sendo cativo da empresa de energia, gás, água ou saneamento de sua região, o consumidor cada vez mais atua como cidadão e formador de opinião (principalmente com o uso das ferramentas da Web em redes sociais), exigindo posições corporativas em relação à adoção de práticas de sustentabilidade, ao desenvolvimento de matrizes energéticas limpas e renováveis, à disseminação de políticas e projetos voltados para a prevenção de acidentes e segurança, dentre outros. São comportamentos típicos de setores abertos de mercado, mas que necessitam fazer parte do menu de prioridades dos setores de utilities.

No lado das empresas, a premência pela adoção de projetos, ações e iniciativas estratégicas que tragam resultados tangíveis e intangíveis mensuráveis (que validem os investimentos feitos, independentemente dos parâmetros das empresas de referência) torna a evolução de cada operadora, através da evolução tecnológica, um desafio ainda maior.

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