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Portal Decision Report – Junho, 2015

Os dados sobre o varejo online apontados pela E-Consulting mostram que o setor ganha fôlego a cada ano que passa frente às alternativas físicas de comércio. Em 2015, a expectativa aponta que o setor movimentará cerca de R$ 63,9 bilhões em 2015, registrando um crescimento de 20,34% em relação ao ano anterior.

Um dos impulsionadores é o segmento de bens de consumo, que representa 49,7% da fatia do varejo online, composta ainda por outras duas esferas distintas: turismo e automobilismo. A previsão é que até este ano a categoria de bens de consumo cresça 42%, saindo de um volume de R$ 26,4 bilhões para R$ 32,2 bilhões.

Segundo a E-Consulting, boutique de estratégia e projetos líder em criação, desenvolvimento e implementação de serviços profissionais para 44 das 100 maiores empresas do País, que produz esses estudos desde 2002, ouvindo 343 varejistas e 3132 e-consumidores, as lojas online de eletrodomésticos são as mais confiantes neste cenário aquecido e a estimativa de crescimento do faturamento prova esta afirmação. O setor foi o que mais cresceu entre o período de 2010 a 2015: 157%.

Em segundo lugar em termos de crescimento acumulado, aparecem os eletrônicos, previsão de 152%. A categoria Saúde e Beleza vem em seguida com a estimativa de 149%. Os demais setores que mais performarão em crescimento acumulado desde 2010 são Moda e Acessórios (144%), Móveis e Utensilio Domésticos (132%), Alimentos e Bebidas (136%) e, por fim, Jogos e Brinquedos (106).

Sob a ótica da preferência de compra virtual, o segmento de Eletrodomésticos lidera com 16% o volume de pedidos, seguindo de Informática e Eletrônicos, Ambos representam um volume de pedidos equivalente a 12%.

“Apesar da recessão econômica e o aumento no endividamento da população, o brasileiro aprendeu a comprar e confiar em compras de maior ticket/valor agregado na internet, especialmente eletrodomésticos e eletroeletrônicos. As movimentações ligadas ao Black Friday, por exemplo, refletem essa afirmação”, explica Daniel Domeneghetti, autor do estudo e CEO da E-Consulting.

O levantamento também aponta que o número de consumidores online deve continuar aumentando, representando 49,6 milhões de e-consumidores (uma taxa perto dos 20% de crescimento). Já o volume de internautas no Brasil foi um dos que cresceu mais rapidamente em todo o mundo tendo um incremento de 17,12%, o que contabiliza para um total com mais de 102 milhões de pessoas acessando as redes.

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