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O setor de telecomunicações brasileiro está inserido em um ambiente de extremo dinamismo, onde, de um lado, as empresas buscam constantemente formas de melhorar sua competitividade, reduzindo custos e melhorando a produtividade e, de outro, a tecnologia traz novidades quase diariamente, gerando tanto oportunidades, quanto riscos em relação à adaptação ao que chamamos de convergência.

Os avanços da tecnologia, sedimentados no setor pelo fenômeno da convergência tecnológica, trazem novos e mais complexos desafios, além de exigir uma maior participação e integração da área de Tecnologia da Informação (TI) – mais alinhada e aderente aos objetivos estratégicos corporativos, assim como as tendências e desafios do mercado.

A inovação fomentada ou suportada pelas novas tecnologias (VoIP, Wi-Max, IPTV etc) alça a TI a um posto de agente de integração e agente de mudança, ocupando um papel crucial no ambiente competitivo.

A inovação em processos e produtos, que, no mercado de Telecom, passa principalmente pela Tecnologia da Informação, é um dos fatores essenciais na geração de vantagem competitiva, impulsionando novas soluções e gerando valor através de rupturas dos processos tradicionais, uma vez que os serviços básicos (voz) pouco diferem entre os principais concorrentes.

A proximidade entre a realidade de mercado/negócio e TI é crucial, uma vez que, por um lado, a TI deve fornecer às áreas de negócio a visão das limitações e capacidades tecnológicas, assim como as áreas de negócio mostrar às áreas técnicas as necessidades de inovação e recursos que o negócio demanda.

As estratégias de competitividade começam a se estabelecer, em conjunto, buscando critérios de diferenciações em serviços, flexibilidade e velocidade no lançamento de novos produtos/serviços e no empacotamento de novas propostas de valor ao cliente.

Além das necessidades de alinhamento interno, as mudanças das estratégias de negócio nas empresas levam à necessidade de integrações com toda uma nova cadeia de valores, levando a um intenso processo de mudança tecnológica como descentralização dos sistemas de informação, descentralização no processamento, integrações, estruturação e automação de processos, foco no cliente externo imperando acesso a dados e informações em tempo real, sistemas de personalização, CRMs analíticos etc, ou seja, uma real compreensão e comprometimento com resultados mercadológicos, apesar de sua posição de retaguarda nos níveis de proximidade direta com clientes.

Porém, vale ressaltar a alta complexidade em que se insere o ambiente tecnológico das empresas de Telecom, com centenas de sistemas, níveis discrepantes de interoperabilidade entre si – em muitos casos, baixos -, constantes necessidades de adequações de plataformas e aplicações para atendimento das normas emitidas pelos órgãos regulatórios etc.

Neste cenário, torna-se essencial um plano estratégico que aborde o tema de governança e as melhores soluções de arquitetura, propondo um modelo futuro que seja mais flexível e aderente às novas demandas e necessidades da organização como um todo (e do mercado em geral).

Na medida em que a TI se insere como agente ativo na estratégia da empresa, melhorando o processo de planejamento das atividades com priorizações mais claras e racionais e menos impositivas e urgentes, a área de TI passa não somente a trabalhar na melhoria de seus processos de negócio atuais, mas também a buscar modelos mais inovadores que auxiliem na geração de competitividade e diferenciação em um ambiente altamente dinâmico e alicerçado fortemente em tecnologia e inovação.

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