Transações digitais devem atingir R$ 1,51 tri | E-Consulting Corp.
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Portal Decision Report – Março, 2014

O índice Business-to-Business online (B2BOL) deverá chegar a R$ 1,51 trilhão em 2014, projeta a E-Consulting Corp. Desde 2002, o B2BOL mede, a cada três meses, os volumes transacionados digitalmente entre empresas (Portais, EDI, Plataformas B2B, etc), seja por meio de portais proprietários (B2BOL_Companies) ou via intermediários – os E-Marketplaces independentes (B2BOL_ E-Markets). Segundo o levantamento da consultoria, o crescimento esperado é de 7% no período, frente ao R$ 1,41 trilhão alcançados em 2013.

O B2BOL Companies, praticado entre as trinta maiores empresas do país, que representam em torno de 82% de toda a movimentação brasileira entre companhias e suas cadeias de valor, alcançou R$ 1,23 trilhão no primeiro trimestre, contra R$ 1,14 trilhão de 2013. Os segmentos que mais representam neste nicho são Bens de Consumo Duráveis e Não Duráveis (11,1%), Governo e Agências públicas (9,1%), Atacado & Varejo (8,9%), Química e Petroquímica (8,0%) e Telecomunicações, TI e Internet, Entretenimento e Mídia (7,1%).

Já o B2BOL realizado entre e-marketplaces independentes – os chamados mercados digitais intermediários – atingiu o volume de R$ 283 bilhões. No mesmo período do ano passado, este valor foi de R$ 269 bilhões. Nesta categoria, Consumo Duráveis e Não Duráveis (12,7%), Atacado & Varejo (6,5%), Química e Petroquímica (10,5%), Telecomunicações, TI e Internet, Entretenimento e Mídia (8,2%) e Utilities (6,6%) foram os mercados que mais despontaram no levantamento.

Segundo Daniel Domeneghetti, CEO e sócio-fundador da E-Consulting, “o crescimento orgânico das transações web Business-to-Business se dá pelo fato do aumento dos investimentos em plataformas de e-commerce e ferramentas de gestão de conteúdo (catálogos online) pelas empresas, além da continuidade dos investimentos em integração end to end (pedidos de gestão, ERP, ferramentas financeiras, dentre outros) e multicanal”, conclui.

Outros pontos de destaque que contribuem para a expansão desta prática são a continuidade da tendência por transparência, governança e controle nas relações e transações comerciais entre empresas e fornecedores, dado que isso é alavancado no modelo online de transação, como também, o impulso de novas modalidades de transações B2B, tais como B2b, B2B2C, B2B2B.

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